quarta-feira, 18 de março de 2009

É povo e pova...

Com tudo isso que está acontecendo no Brasil, mundo e afluentes, às vezes não dá tempo de fazer algo que nossos avós faziam, que nossos pais continuaram e que nós perdemos: discutir sobre política. Nossos avós viveram a época de JK, Jânio Quadros, João Goulart, mas também viveram a época de Castello Branco, Costa e Silva, Médici, assim como (alguns de) nossos pais.

Em 1985, vieram a "democracia", Tancredo (que nem chegou a ir às vias de fato) e Sarney (que até hoje está por aí). em 1988, a clássica foto de Ullisses Guimarães segurando nossa nova Constituição foi algo inimaginável nessa época, sendo re-estabelecida de fato a democracia.

Terminando 1989, veio a esperança em cima de um jovem governador das Alagoas, chamado Fernando de Mello, o COLLOR!

Doce ilusão...

Aos poucos os escândalos de corrupção, foram aparecendo, até a hora em que o próprio irmão do presidente deninciou seu "maninho", e o tesoureiro PC Farias, na revista VEJA.

1992. O ano em que o arrempendimento bateu. Collor tentou se salvar (renunciou ao mandato), mas foi cassado mesmo assim.

Itamar Franco assumiu, e juntamente com Fernando Henrique Cardoso, criou uma nova moeda: o Real. Inflação quase zerada em praticamente em um estalar de dedos...

1994. FHC é eleito presidente da República. Privatiza em presas, sendo criticado por muitos na época, principalmente por criar (e aprovar) e emenda constitucional que possibilita a re-eleição presidencial, sendo usada por ele mesmo em 1998, quando re-eleito em 1º turno.

2002. A salvação dos "companheiros". Desde que chegou no estado de São Paulo, Lula sempre foi um grande manifestante. Foi eleito deputado federal constituinte (ajudou a fazer a Constituição), tentou ser governador de SP, e em 2002, foi eleito presidente numa eleição histórica. Seu mandato nem é tão histório, pois tem os mesmos escândalos de corrupção de outrora. Mas tem algumas grandes obras. E é bem provável que faça sucessor...

Bem, é isso...