Com tudo isso que está acontecendo no Brasil, mundo e afluentes, às vezes não dá tempo de fazer algo que nossos avós faziam, que nossos pais continuaram e que nós perdemos: discutir sobre política. Nossos avós viveram a época de JK, Jânio Quadros, João Goulart, mas também viveram a época de Castello Branco, Costa e Silva, Médici, assim como (alguns de) nossos pais.
Em 1985, vieram a "democracia", Tancredo (que nem chegou a ir às vias de fato) e Sarney (que até hoje está por aí). em 1988, a clássica foto de Ullisses Guimarães segurando nossa nova Constituição foi algo inimaginável nessa época, sendo re-estabelecida de fato a democracia.
Terminando 1989, veio a esperança em cima de um jovem governador das Alagoas, chamado Fernando de Mello, o COLLOR!
Doce ilusão...
Aos poucos os escândalos de corrupção, foram aparecendo, até a hora em que o próprio irmão do presidente deninciou seu "maninho", e o tesoureiro PC Farias, na revista VEJA.
1992. O ano em que o arrempendimento bateu. Collor tentou se salvar (renunciou ao mandato), mas foi cassado mesmo assim.
Itamar Franco assumiu, e juntamente com Fernando Henrique Cardoso, criou uma nova moeda: o Real. Inflação quase zerada em praticamente em um estalar de dedos...
1994. FHC é eleito presidente da República. Privatiza em presas, sendo criticado por muitos na época, principalmente por criar (e aprovar) e emenda constitucional que possibilita a re-eleição presidencial, sendo usada por ele mesmo em 1998, quando re-eleito em 1º turno.
2002. A salvação dos "companheiros". Desde que chegou no estado de São Paulo, Lula sempre foi um grande manifestante. Foi eleito deputado federal constituinte (ajudou a fazer a Constituição), tentou ser governador de SP, e em 2002, foi eleito presidente numa eleição histórica. Seu mandato nem é tão histório, pois tem os mesmos escândalos de corrupção de outrora. Mas tem algumas grandes obras. E é bem provável que faça sucessor...
Bem, é isso...
quarta-feira, 18 de março de 2009
terça-feira, 17 de março de 2009
Clodô Morreu!
Pois é gente, o que já era esperado por todos aconteceu: Clodovil Hernandes morreu hoje (dia 17/03), por morte cerebral...
Ele era homossexual, mas dizia que tinha vergonha de ser gay no Brasil, por causa do rumo que a coisa tomou (sem duplo sentido, por favor...), mas sempre se achou capaz de ser (ou colaborar)com a mudança na política brasileira. Clodovil nunca gostou de ser chamado pelo nome que está dando título a essa postagem. Ou era Clodovil ou Clô...
Eleito deputado federal em 2006, conseguiu o que a séculos não se via: uma Câmara dos Deputados calada, ouvindo alguém falar... e ainda mandou o presidente da Câmara na época, Arlindo Chinaglia (PT-SP) calar a boca...
Claro que como toda pessoa pública, teve seus atos falhos, como chamar uma deputada de "tão feia que não servia nem para prostituta", mas foi louvável seu último projeto como deputado: reduzir o número de parlamentares de 512 para 250...
Minhas condolências a família (ou aos acessores dele)...
CLODOVIL HERNANDES
*1937 - +2009
P.S.: Está de volta (eu espero) o Blog do Gabriel...
"Eu sigo só, o meu caminho..." (Wander Wildner)
Ele era homossexual, mas dizia que tinha vergonha de ser gay no Brasil, por causa do rumo que a coisa tomou (sem duplo sentido, por favor...), mas sempre se achou capaz de ser (ou colaborar)com a mudança na política brasileira. Clodovil nunca gostou de ser chamado pelo nome que está dando título a essa postagem. Ou era Clodovil ou Clô...
Eleito deputado federal em 2006, conseguiu o que a séculos não se via: uma Câmara dos Deputados calada, ouvindo alguém falar... e ainda mandou o presidente da Câmara na época, Arlindo Chinaglia (PT-SP) calar a boca...
Claro que como toda pessoa pública, teve seus atos falhos, como chamar uma deputada de "tão feia que não servia nem para prostituta", mas foi louvável seu último projeto como deputado: reduzir o número de parlamentares de 512 para 250...
Minhas condolências a família (ou aos acessores dele)...
CLODOVIL HERNANDES
*1937 - +2009
P.S.: Está de volta (eu espero) o Blog do Gabriel...
"Eu sigo só, o meu caminho..." (Wander Wildner)
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